O renascimento dos discos


Conversão digital

Talvez você tenha se tornado comprador de cada onda de música gravada e agora tenha caixas de fitas cassete e discos em sua casa cuja música gostaria de ter em seu player de MP3 – ou pelo menos em CD -, sem precisar comprar de novo o mesmo conteúdo. Uma opção é experimentar uma máquina conversora capaz de transferir LPs e cassetes para CDs. É um aparelho compacto, e por sob a tampa há um prato para o disco, com uma entrada para fita na traseira [fonte: Pogue - em inglês]. O usuário pode gravar um álbum inteiro ou selecionar suas canções favoritas para uma compilação exclusiva.

A popularidade dos toca-discos e dos discos de vinil chegou a um pico nos anos 60, mas eles estão reconquistando alguns fãs de música. Nos primeiros dias do hip-hop, os DJs das danceterias queriam manter as pessoas dançando ao som das melhores partes de diversas canções. Usando múltiplos toca-discos, eles produziam mixagens musicais instantâneas. O processo inclui alternar rapidamente entre dois discos, fazer paradas bruscas na música e arrastar a agulha pelo disco para criar um ruído rítmico [fonte: Neal - em inglês]. Muita gente considera esse trabalho uma forma de arte, o equivalente a um instrumento musical.

Além disso, muitos amantes da música preferem o som de um disco de vinil. Argumentam que, a despeito dos ocasionais ruídos estranhos causados por poeira ou arranhões, o vinil oferece som mais profundo e rico que as versões digitais, que ocasionalmente parecem perfeitas demais.

Eles também gostam de outros aspectos dos discos, como as notas de contracapa, fotos, pôsteres e outros brindes adicionais que acompanham os álbuns. E muitos simplesmente gostam do aspecto social de reunir parentes e amigos em torno de toca-discos para ouvir música – como as pessoas faziam no passado [fonte: Dell - em inglês].

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