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Assim como o Dolby Digital, o SDDS codifica informação digital em um padrão de áreas escuras e claras no filme. Neste caso, o leitor também tem um laser de um lado do filme e uma série de fotocélulas do outro. O laser passa a luz somente através das áreas transparentes do filme. As fotocélulas que não estão expostas à luz transmitem uma pequena corrente elétrica para o processador, porém, as fotocélulas expostas não a transmitem. Desta forma, o processador recebe um padrão digital que é interpretado como um sinal de áudio. Diferentemente dos outros formatos, o SDDS utiliza duas pistas digitais idênticas para possibilitar uma melhor correção.
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Dolby e DTS já lançaram versões domésticas destes formatos populares. Existe até um sistema surround 7.1 SDDS (sete canais de áudio e um canal subwoofer) disponível para os consumidores. O som digital não pode ser gravado em fita ou transmitido por cabos convencionais, mas é a única maneira de codificar informação em DVD. O som digital também pode ser transmitido via satélite ou cabo digital. Confira Como funciona o Home Theater para aprender mais sobre estes sistemas caseiros.
Para os cinéfilos em todo o mundo, o som surround se tornou parte integrante do cinema. Para os cineastas, a criação de uma mixagem surround se tornou um passo importante no processo de produção. O som surround expandiu os filmes em três dimensões e colocou a platéia no meio da ação.
Para aprender mais sobre o som surround, incluindo a sua longa história e detalhes técnicos sobre os sistemas, confira os links na próxima página.