por
Josh Briggs - traduzido por HowStuffWorks Brasil
iPad como leitor digital
 Divulgação / Apple O iPad deve rivalizar com o Kindle no mercado de leitores de livros eletrônicos
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O iPad é mais que apenas um leitor eletrônico digital, e a Apple espera abocanhar uma fatia do crescente
mercado de mídia digital atualmente dominado pela
Amazon. Não se engane com isso; o iPad é mito mais que dispositivo de mídia digital cheio de recursos. O
Kindle da Amazon é um leitor de livros eletrônicos extremamente popular. Mas para o momento, é dedicado somente à leitura de
e-books. O iPad da Apple pode fazer muito mais. Com a iBookstore da Apple, o iPad será um
leitor eletrônico pronto para rivalizar com o Kindle. Mas a Amazon tem uma aplicação Kindle já disponível na App Store, possibilitando que você compre livros diretamente de sua loja e os leia no iPad.
Outro dispositivo digital com o qual o iPad certamente vai bater cabeça é como o mercado de mídia virtual do protótipo Mini 5, da Dell, um tablet de mídia digital muito parecido com o iPad. Marcado para estrear em 2011, o Mini 5 é menor em tamanho: analistas acreditam que o dispositivo rico em recursos vá rodar alguma versão do sistema operacional Android, do Google. Como se vê, muitos acreditam que o segmento de livros eletrônicos está prestes a explodir. Jornais têm cortado pessoal para economizar custos e se focado mais no conteúdo online. O leitor de livros eletrônicos poderia poderia acabar salvando a indústria de jornais. Isso, como o sucesso do iPad, só se saberá com o tempo.
A guerra do e-book Até a conclusão deste artigo, a Apple e a editora de livros independentes Perseus Books tinham assinado um acordo para publicar e revender seus livros no iPad através da Apple iBookstore. A Amazon, com seu Kindle, tem cerca de 90% do mercado de mídia digital, mas há quem acredite que o acordo entre a Apple e a Perseus mudará a maneira como os livros eletrônicos são vendidos. A Amazon controla o preço dos livros vendidos pela Kindle Store, enquanto pelo acordo entre a Apple e a Perseus, os livros vendidos pela iBookstore seriam estabelecidos da mesma maneira que a Apple negocia com os desenvolvedores terceirizados através de sua App Store. Os lojistas estabeleceriam o preço de seus produtos e a Apple receberiam 30% das vendas da iBookstores [fonte: Macworld].
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