A popularidade do Kindle

O Kindle é tão fino quando um lápis
Amazon.com
O Kindle é tão fino quanto um lápis
Em se lançamento, o Amazon Kindle custava US$ 399. Embora alguns críticos tenham  dito que o preço era muito alto, a demanda pelo dispositivo logo esgotou o estoque do dispositivo. Jeff Bezos, CEO da Amazon, pediu desculpas aos consumidores. Ele alegou que a empresa tinha vendido todo o seu estoque em menos de seis horas. Algusn jornalistas da Web e blogueiros insinuaram que o objetivo de Bezos não era pedir uma desculpa sincera - mas despertar mais interesse para o dispositivos.

Quando o Kindle começou a ser vendido novamente, o preço caiu para US$ 359. A Amazon não divulgou os números de vendas, fazendo com que muitos questionassem a popularidade do produto. Parecia que o Kindle pertencia ao reino do folclore - você não possuía um, mas o amigo de um amigo tinha.

Em outubro de 2008, a Amazon conseguiu uma enorme publicidade quando a apresentadora Oprah Winfrey declarou que o Kindle era o seu gadget favorito. A apresentadora devotou a maior parte do seu programa naquele dia promovendo o Kindle. Ela convidou Jeff Bezos para falar sobre o dispositivos, explicando seus recursos para a platéia. Oprah também anunciou um cupom eletrônico para o dispositivo. Os telespectadores poderiam entrar com o código "OprahWinfrey" na compra do Kindle para receber US$ 50 de desconto.

O Kindle e outros leitores de e-book vão revolucionar completamente a indústria de publicação? Talvez isso aconteça com o tempo. Mas por enquanto, as taxas de adoção desses dispositivos parecem ser mínimas. Parte disso se deve à relutância em desistir da experiência visceral de ler um livro físico. Outro fator pode ser o preço dos livros eletrônicos - apesar do fato de não haver meio físio envolvido, os livros custam quase o mesmo preço do que a cópia impressa.

Talvez você seja um estudante universitário esperando que o Kindle substitua a necessidade de carregar uma pilha de livros pesados. Embora o Kindle possa armazenar um ano inteiro de livros universitários (com espaço de sobra), há um par de problemas. O primeiro problema é que se o livro tiver gráficos e ilustrações coloridas, o Kindle não será capaz de exibi-las de maneira eficaz. O segundo problema é que o número de páginas no Kindle e na cópia impressa não correspondem necessariamente, dificultando a coordenação com os professores.

Mesmo assim, o Kindle e outros leitores de e-books parecem estar ganhando terreno. O Kindle está em sua segunda versão, com mais recursos, o que fazer os críticos da primeira versão mudarem de idéia. Quem sabe? Talvez os dias das megalivrarias estejam contados.

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